|
Segunda, 02 Abril 2012 13:47 |
|
Consciente das dificuldades financeiras que muitas pessoas e famílias atravessam neste momento em Portugal, levando a que o pagamento de 20 euros anuais constitua um encargo significativo, e tendo conhecimento das muitas pessoas que gostariam de filiar-se no Partido pelos Animais e pela Natureza mas para quem esse encargo é um obstáculo, a Direcção Nacional do PAN decidiu por unanimidade reduzir em 75% a quota de filiação no PAN, que passa assim a ser de apenas 5 euros por ano.
|
|
Continuar...
|
|
|
Terça, 24 Abril 2012 16:06 |
|
|
|
Terça, 15 Maio 2012 16:36 |
|
O Conselho Local de Leiria do Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN) não pode deixar de manifestar a sua discordância relativamente à candidatura da tourada a Património Cultural e Imaterial da Humanidade.
Continuar a ler no blogue do PAN Leiria » |
|
|
Sexta, 04 Maio 2012 16:08 |
|
Artigo de opinião de Orlando Figureiredo, vogal da Direcção Nacional do PAN
O escândalo que envolveu recentemente a Casa Real Espanhola levou-me a escrever esta pequena reflexão. Pessoalmente, não tenho grandes dúvidas em classificar de grotesco e boçal o comportamento de Juan Carlos I. A legalidade do acto não está em causa, o que está em causa é a sua moralidade. É precisamente nesta fronteira que parecem emergir alguns conflitos entre os que defendem o direito individual à vida e os que reclamam que o equilíbrio do ecossistema é um bem maior e que, se necessário, é aceitável o sacrifício de alguns espécimes. No entanto, parece-me que o que de facto está em discussão é a Intendência que, legitimamente ou não, a espécie humana decidiu assumir sobre o mundo natural e que me proponho a discutir a partir de três perspectivas distintas: a intendência enquanto direito; a intendência enquanto dever e o equívoco da presunção de intendência. O direito à intendência humana do mundo natural suporta-se no antropocentrismo ocidental legitimado por uma mundividência judaico-cristã onde a centralidade do Homem (que se confunde com o homem) é um direito divinamente concedido. O mundo é criado ex nihilo por Deus e entregue à intendência humana: “Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra” Génesis (1:28). O empreendimento científico da Europa pós medieval desenvolve-se num contexto do antropocentrismo judaico-cristão. É neste contexto histórico, tomando por garantido que toda a criação existe para o bem da humanidade, legitimando o domínio humano sobre o mundo não humano como o direito e poder, divinamente concedido, de apropriação e uso do mundo natural em benefício próprio, que o inglês Francis Bacon (1561 – 1626) procura implementar a Instauratio magna (Grande Restauração) acabando por banalizar a ideia de que a ciência é O Instrumento através do qual a humanidade poderá cumprir o destino que Deus lhe reservou e explicitou no livro do Génesis (1:28). Esta instrumentalização baconiana do empreendimento científico perpetua a ideia de descontinuidade biológica dos humanos em relação às outras espécies, que se havia enraizado na mundividência da Europa medieval, e é sublinhada por outros pensadores como o francês René Descartes (1596 — 1650) que atribui à espécie humana a exclusividade da razão e da senciência.
|
|
Continuar...
|
|
Quarta, 28 Julho 2010 14:23 |
|
Sessenta e oito deputados do Parlamento Catalão, em Espanha, fizeram hoje história ao aprovar a proibição das touradas na região.
|
|
Continuar...
|
|
|
|
|
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Seguinte > Final >>
|
|
Pág. 1 de 57 |