Comunicados

Portugal necessita de uma estratégia bem definida para resolver a mais pesada das facturas da sua balança comercial: a energética. Esta dependência energética corresponde a metade do défice externo da economia portuguesa.

 

O governo apresentou um novo Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) – o quarto em 12 meses –, que implicará um maior sacrifício por parte da população, em particular das suas franjas mais desfavorecidas, bem como um abandono do objectivo de promoção do crescimento económico.

Segundo informações a que o Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN) teve acesso, a semana académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro voltará este ano, depois de dois anos de interregno, a contar com a realização de uma garraiada.

 

O Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN) tem acompanhado a mobilização cívica a favor de manifestações apartidárias agendadas para o próximo sábado, 12 de Março, em Lisboa e no Porto, respectivamente na Avenida da Liberdade e na Praça da Batalha.

Foi recentemente veiculado pela comunicação social, na sequência da sua divulgação por particulares na Internet, o relato da situação em que se encontravam três ursos-pardos, cativos há cinco anos em Marco de Canaveses, sob a responsabilidade do filho do dono do circo que os explorara até serem impedidos de actuar. Os ursos viviam no minúsculo atrelado do circo e eram alimentados apenas de pão e fruta, cedidos por comerciantes locais. A visibilidade mediática do caso forçou o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade a anunciar publicamente a colocação dos animais, a curto prazo, no Jardim Zoológico de Lisboa, ponderando-se uma possível futura transferência para um parque biológico nacional.

“Lamentavelmente, é muito mais fácil criar
um deserto que uma floresta.”
James Lovelock

 

Perante o catastrófico cenário que os incêndios têm gerado em Portugal, o PPA não pode deixar de se pronunciar, relembrando a importância da floresta enquanto recurso de valor inestimável para a natureza, economia e desenvolvimento rural.

No seguimento do comunicado publicado no 11 de Agosto de 2010 no sítio electrónico da Reitoria do Santuário de Fátima, o Partido Pelos Animais (PPA) esclarece o seguinte:

- as fotografias que constituem parte do fundamento para o protesto silencioso marcado para o próximo dia 15 de Agosto são as que se encontram na posse da presidente da Associação Protectora dos Animais Abandonados de Fátima (APAAF), entidade organizadora do protesto; qualquer outra fotografia é, no que a este assunto diz respeito, irrelevante;

“Chamava irmãos a todos os animais”
- Tomás de Celano, Vida Segunda (de São Francisco de Assis), CXXIV, 165.

 

Tem sido tornado público e documentado fotograficamente o modo cruel como são tratados os animais no Santuário de Fátima, o que já deu azo a uma reportagem televisiva. Por ordem da Reitoria do Santuário, seguranças capturam regularmente todos os cães que encontram, com ou sem dono, e amontoam-nos numa gaiola nas traseiras do Santuário, onde são deixados durante dias, ao sol e à chuva, sem comer nem beber, até que a Câmara Municipal de Ourém os venha buscar para abate, dado não ter condições para os acolher e não cumprir a já antiga promessa de construir um canil/gatil municipal.

Pedimos a todos os nossos apoiantes e a todas as pessoas que tenham acesso a este comunicado que o leiam com atenção. Obrigado.

 

O Partido Pelos Animais acaba de ter conhecimento da criação de um grupo no Facebook com o título "Sou contra associações de animais que se dizem amigas mas os maltratam...". Apesar de o título reflectir aquela que é uma posição comum à maioria das pessoas - obviamente, ninguém gosta de associações que se assumem como defensoras de animais (ou de qualquer outro grupo) e não agem conforme esses princípios - não se trata de um grupo generalista, mas antes de um grupo criado especificamente com o intuito de "denunciar" uma situação envolvendo Veladimiro Elvas, presidente da Associação de Protecção aos Animais Abandonados do Cartaxo (APAAC), passada no dia 25 de Abril de 2010.

O Partido Pelos Animais solidariza-se com o profundo sofrimento humano que actualmente se vive no Haiti e exorta todos os seus apoiantes e simpatizantes, bem como todos os portugueses, a ajudarem o povo haitiano nesta hora dramática, fazendo donativos que serão empregues em recursos que permitam minorar a sua dor.