Comunicados

A Mata dos Medos situa-se na plataforma superior da Arriba Fóssil da Costa da Caparica, nos concelhos de Almada e Sesimbra, e ocupa uma faixa de 5 quilómetros ao longo da costa ocidental da península de Setúbal, perfazendo uma superfície de 338 hectares. Terá sido mandada instalar pelo rei D. João V, entre 1689 e 1750, para impedir o avanço das dunas ou medos para as terras agrícolas. É o grande pulmão do concelho de Almada e está inserida na Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa da Caparica. Foi classificada como Reserva Botânica em 1971, pelo Decreto-Lei n.º 444/71, de 23 de Outubro, devido à riqueza florística apresentada. A mata apresenta grande riqueza e diversidade de espécies características do ecossistema de pinhal. Estão assinalados três endemismos lusitânicos e 15 ibéricos de elevado valor botânico.

O Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN) considera que o acordo de apoio financeiro recém-aprovado pela tróica constituída pela Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional se tornou essencial para garantir a estabilidade financeira do país, após anos de desgoverno e aproveitamento pessoal e partidário, pelos quais são sobretudo responsáveis o Partido Socialista e o Partido Social-Democrata. A aprovação desse acordo foi condicionada pela aceitação por parte do governo de um conjunto de reformas, algumas das quais fundamentais, tendo como objectivo geral modernizar e agilizar o funcionamento do aparelho de Estado visando o relançamento da economia a médio e longo prazos.

O Partido pelos Animais e pela Natureza felicita a Entidade Reguladora para a Comunicação Social pela promoção de uma maior equidade no tratamento dos partidos candidatos às eleições legislativas de 5 de Junho, saudando o pequeno avanço que constitui a marcação de um debate e entrevistas com representantes de partidos sem assento parlamentar.

No momento em que se encontra entre nós uma missão conjunta do Banco Central Europeu, da Comissão Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI) com o objectivo de apresentar uma suposta ajuda financeira no âmbito do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF), não pode o Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN), enquanto partido profundamente preocupado com o bem-estar de todos os seres, deixar de se pronunciar sobre a actual situação económica em Portugal.

 

Portugal necessita de uma estratégia bem definida para resolver a mais pesada das facturas da sua balança comercial: a energética. Esta dependência energética corresponde a metade do défice externo da economia portuguesa.

 

O governo apresentou um novo Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) – o quarto em 12 meses –, que implicará um maior sacrifício por parte da população, em particular das suas franjas mais desfavorecidas, bem como um abandono do objectivo de promoção do crescimento económico.

Segundo informações a que o Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN) teve acesso, a semana académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro voltará este ano, depois de dois anos de interregno, a contar com a realização de uma garraiada.

 

O Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN) tem acompanhado a mobilização cívica a favor de manifestações apartidárias agendadas para o próximo sábado, 12 de Março, em Lisboa e no Porto, respectivamente na Avenida da Liberdade e na Praça da Batalha.

Foi recentemente veiculado pela comunicação social, na sequência da sua divulgação por particulares na Internet, o relato da situação em que se encontravam três ursos-pardos, cativos há cinco anos em Marco de Canaveses, sob a responsabilidade do filho do dono do circo que os explorara até serem impedidos de actuar. Os ursos viviam no minúsculo atrelado do circo e eram alimentados apenas de pão e fruta, cedidos por comerciantes locais. A visibilidade mediática do caso forçou o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade a anunciar publicamente a colocação dos animais, a curto prazo, no Jardim Zoológico de Lisboa, ponderando-se uma possível futura transferência para um parque biológico nacional.

“Lamentavelmente, é muito mais fácil criar
um deserto que uma floresta.”
James Lovelock

 

Perante o catastrófico cenário que os incêndios têm gerado em Portugal, o PPA não pode deixar de se pronunciar, relembrando a importância da floresta enquanto recurso de valor inestimável para a natureza, economia e desenvolvimento rural.