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Terça, 18 Dezembro 2012 13:13 |
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Dados do Ministério da Agricultura revelam que o abate de cavalos puro sangue lusitano aumentou quatro vezes em relação a 2011, conforme noticia divulgada pela TSF.
Uma das razões apontadas tem a ver com a crise e a incapacidade dos produtores de alimentar estes animais, preferindo abatê-los a que passem fome.
O sacrifício de animais saudáveis em nome da crise, principalmente quando é do conhecimento público que os criadores são financiados com o dinheiro do Estado Português e da União Europeia, torna esta situação incompreensível e aberrante.
Como também é aberrante a sua utilização em touradas, onde muitas vezes estes belos seres vivos são agredidos mortalmente, em nome do entretenimento.
Assim, as declarações do presidente da associação de criadores são no mínimo chocantes, quando declara que a vida de um ser vivo que sente dor e prazer "(...) vale pela sua capacidade de ser montado, pelo prazer que proporciona e habilidades que consegue fazer(...)”.
Continuando o seu raciocínio afirma ainda que o problema são os “cavalos relativamente normais que não são uma espécie de Cristiano Ronaldo”.
O PAN não se pode deixar de interrogar com o que aconteceria se o mesmo critério fosse aplicado aos humanos, ou seja, se só os "Cristianos Ronaldos" pudessem ter o privilégio de viver?
Estas declarações apenas vêm sublinhar a necessidade de alargamento da esfera moral para incluir não só (algumas) pessoas, mas também todos os seres sencientes e a natureza.
Não podemos continuar a olhar os animais como meros instrumentos objetificados a nosso prazer. Quantos de nós teriam de ser abatidos se apenas os “Cristianos Ronaldos” fizessem parte da esfera moral humana?!
A comparação pode parecer absurda, mas a história não nos deixa esquecer o abate massivo de humanos apenas porque eram olhados como seres diferentes e inferiores.
É que afinal, os humanos também se abatem. |
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Terça, 18 Dezembro 2012 13:04 |
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Caro filiado,
Preparamos para sua informação e consulta um mini-site onde poderá consultar toda a informação relativa às eleições internas do PAN.
Neste site (www.pan.com.pt/eleicoes) poderá consultar, a convocatória das eleições, os estatutos do PAN, o regulamento eleitoral e os locais onde poderá exercer o seu direito de voto.
As eleições, serão no dia 20 de Janeiro (conforme já foi oportunamente anunciado). A participação de todos os filiados com capacidade eleitoral é fundamental para o futuro do partido, pelo que contamos consigo!
Em caso de dúvida não hesite em entrar em contacto connosco para
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Com os nossos melhores cumprimentos,
A Mesa da Comissão Politica Nacional
Lisboa 18 de Dezembro de 2012 |
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Sexta, 14 Dezembro 2012 18:15 |
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Segundo o jornal Público, o ministro da economia, Álvaro Santos Pereira, considera que a Europa deveria abandonar o fundamentalismo de algumas regras e leis protectoras do ambiente. De acordo com o ministro, é devido a estas regras ambientais que a indústria se tem deslocado para países e regiões do planeta onde as preocupações ambientais são menos importantes.
Continuar... |
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Sexta, 07 Dezembro 2012 23:53 |
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Para consultar a convocatória para a eleição da Direcção Nacional do PAN clique aqui |
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Terça, 27 Novembro 2012 22:19 |
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O dia de hoje, 27 de Novembro de 2012, ficará tristemente marcado na História como o dia em que um punhado de supostos representantes dos portugueses aprovou um Orçamento de Estado que significa um forte ataque aos mais elementares direitos de dignidade e de bem-estar de todos os seres em Portugal.
Um grupo de deputados já sem qualquer legitimidade política, uma vez que exercem o seu mandato com base em promessas e propostas eleitorais totalmente invertidas e não cumpridas, aprovou hoje um documento que altera unilateralmente contratos celebrados com trabalhadores e pensionistas, que aumenta brutal e injustamente os impostos, taxas e contribuições (algumas das quais disfarçadas e quase escondidas dos cidadãos), que arruína empresas e instituições com uma política assassina de austeridade cega (que mais se aproxima da sabotagem económica e social), que reforça a destruição da educação, saúde e segurança do país e que encaminha para a miséria milhares de famílias.
Um grupo de "iluminados" decidiu hoje formalmente que se deverá prosseguir em Portugal um modelo comprovadamente falhado que não só não resolve o problema da dívida nacional e do défice orçamental, como conduz à destruição continuada do país e do seu tecido económico e social.
É por isso que o PAN não pode deixar de repetir o seu apelo ao Presidente da República para que quebre o seu vergonhoso silêncio e impeça a entrada em vigor deste orçamento. Mas, sobretudo, o PAN apela à forte, mas pacífica, mobilização da população contra esta política de destruição de muito e de muitos para benefício de poucos.
Pelo bem de tudo e de todos.
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Sábado, 24 Novembro 2012 01:02 |
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A necessidade dos governos de todo o mundo tomarem medidas urgentes e eficazes no sentido de reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa (GEE), na origem do problema das alterações climáticas, confronta-se com um problema fundamental: como convencer os cidadãos a aceitarem medidas que vão alterar profundamente os seus estilos de vida, em nome de um problema cujas causas e consequências não são claramente perceptíveis?
O horizonte limitado dos ciclos políticos esbarra com a necessidade de se tomarem medidas de fundo com efeitos para as próximas décadas ou séculos. Só uma população esclarecida, e civicamente empenhada, poderá aceitar e promover a mudança necessária.
Por outro lado, mudanças de tal magnitude encontram resistência por parte de sectores que têm muito a perder, pelo menos no curto prazo.
Continuar... |
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Sábado, 17 Novembro 2012 00:23 |
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por Pedro Morais

Nas últimas décadas tem sido usual que os governantes, pelo menos em algum momento, apresentem o turismo como um sector fundamental para o desenvolvimento económico. No entanto, tem-se vindo a generalizar a ideia de que o turismo é uma actividade que não apresenta apenas uma face positiva, acarretando também importantes impactes negativos na sociedade e no ambiente. Alguns destes impactes são exageradamente grandes em virtude de um funcionamento baseado em modelos obsoletos, em que os princípios da actividade do início do século passado se juntam a um aproveitamento económico, fazendo assim com que esta actividade se desligue dos seus verdadeiros objectivos e do contexto actual.
Nos últimos anos, e apesar das diversas propostas políticas e dos discursos em que se patenteia a vontade de mudança para um paradigma de sustentabilidade no sector turístico, a prática mostra-nos que a actividade turística, no seu global, contribui cada vez mais para a degradação global do nosso planeta. Os fortes impactos ambientais do turismo, em termos quantitativos e qualitativos, preocupam-nos ainda mais num contexto de contínuo aumento do número de visitantes em todo o planeta , em particular, nos - cada vez mais escassos - locais de relevante valor ambiental. A juntar aos problemas ambientais, acrescem significativos impactes sociais que advêm da implementação de estratégias turísticas que também esquecem ou desvalorizam princípios norteadores de ética social.
Continuar... |
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Sexta, 16 Novembro 2012 10:13 |
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O PAN congratula-se com a forte adesão à Greve Geral e lamenta profundamente a violência verificada ao final do dia, diante da Assembleia da República, em Lisboa. O PAN não se revê nas provocações e violência contra as forças policiais levadas a cabo por um pequeno grupo de manifestantes, nem na carga indiscriminada das mesmas forças policiais sobre milhares de manifestantes pacíficos, que foram previamente cercados em frente da Assembleia, sem possibilidade de dispersar, de acordo com inúmeros testemunhos. Neste sentido, o PAN exige explicações do Ministro da Administração Interna sobre os critérios que levaram a ordenar esta acção que vem manchar o ambiente pacífico em que têm em geral decorrido os protestos contra a política do Governo.
O PAN alerta uma vez mais para a necessidade urgente de se pensarem alternativas credíveis para a actual situação que o país atravessa, de acordo com as propostas por nós recentemente apresentadas, e apela a que nunca vejamos na violência uma alternativa, por maior e mais compreensível que seja a frustração e indignação de todos nós com uma política de austeridade cega, ao serviço dos interesses da banca, das grandes corporações e das nações com economias mais fortes.
A Direcção Nacional do PAN
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