
Carta Portuguesa de Direitos Humanos na Era Digital, (mais) um efeito PAN!
O documento final teve origem num projeto de lei do PAN.
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O sofrimento animal que a criação e o transporte de animais vivos para consumo humano acarreta, a forma como a indústria da carne tem contribuído para o aquecimento global, para a contaminação dos solos e para a desflorestação e a falsa bandeira da “proteção da biodiversidade” levantada pelo setor da caça.
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Mais grave do que aguardar o tempo necessário para o desconfinamento é aliviar as medidas antecipadamente e o país voltar a ter de confinar mais uma vez.
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A iniciativa baixou à especialidade para ser trabalhada em conjunto com os diversos partidos com assento parlamentar e em votação final global, na generalidade, foi aprovada por unanimidade. Uma vitória para os animais e todas as pessoas que os defendem e protegem dia após dia!
Afirmou Inês de Sousa Real no dia do debate: “Sras. e Srs. Deputados, se não vos mobilizar a piedade e a compaixão que devemos ter para com os animais, que vos mobilize ao menos respeito que devemos para com as pessoas".
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“Todos os dias se assiste, nalgum ponto do país, ao abate desnecessário de árvores, seja para a instalação de projetos particulares, com a concordância da APA e do ICNF, seja para instalação de projetos municipais. Mas também, ao abrigo de uma leitura errática de gestão deste património natural, temos assistido a uma multiplicidade de situações que vão hipotecando este bem comum, nomeadamente com podas excessivas que poderiam ser perfeitamente evitadas se houvesse um correto planeamento na ordenação e arquitetura do espaço público, seja ele urbano ou não, bem como uma acertada escolha dos espécimes plantados a fim de evitar tensões sociais”, afirmou o deputado André Silva no Parlamento.
O projeto baixou à comissão própria para ser discutido na especialidade.

Um instrumento chave orientador e estruturante deste e dos próximos governos nas suas ações, que garanta que a política climática assenta na ciência e no conhecimento e que assegure um futuro sustentável para tod@s.
A iniciativa baixou à comissão para ser discutida na especialidade e para ser acordado um texto conjunto por todos os partidos.

O projeto acompanhou uma iniciativa legislativa dos cidadãos que pedia à Assembleia da República para terminar com a atribuição de apoios financeiros por parte de entidades públicas à tauromaquia.
Foi rejeitado com os votos contra do PS, PSD, PCP, CDS-PP e CH e a abstenção de alguns deputados do PS.
“A verdade é que o financiamento público à atividade tauromáquica configura uma muito questionável opção política com impacto em todos os portugueses. Não se percebe como pode um país, cujos cidadãos e cidadãs vivem diariamente confrontados/as com exigências decorrentes do rigor orçamental a que estão vinculados/as e com privações ao nível das mais elementares necessidades humanas, como sejam a saúde, a educação ou a habitação, permitir-se a injetar elevados montantes nesta atividade anacrónica e que há muito é contestada pela sociedade portuguesa” – Inês de Sousa Real, líder parlamentar do PAN e deputada à Assembleia da República.

Importa reforçar a lei para que não haja lugar para subterfúgios ou preconceitos! O PAN tem uma proposta nesse sentido e apresentou-a no Parlamento no dia 10 de janeiro de 2019.
Se não há consentimento, há crime!