Autorização do medicamento diclofenac para uso veterinário

SFoi aprovada a 13 de Abril de 2018 a Resolução da Assembleia da República n. o 178/2018, que “recomenda ao Governo que não autorize a comercialização do medicamento veterinário Diclofenac, por representar um risco para as populações de aves necrófagas, podendo levar ao seu extermínio”

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Resposta do Consulado Geral de Portugal em Genebra a solicitação de cidadão português

Em virtude de um programa televisivo ter dado a conhecer a seguinte situação:um cidadão português residente em Genebra na Suíça que terá levado o seu cão de companhia de raça indeterminada para Genebra, e após o registo do mesmo junto das autoridades competentes, foi visitado na sua residência e foi-lhe apreendido o animal com a justificação de que o mesmo era de uma raça interdita naquele cantão.

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Autorização do medicamento Diclofenac para uso veterinário

Passados 7 meses, ainda não foi divulgada a posição da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária relativamente a esta Resolução, sendo que a posição do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural em resposta à pergunta parlamentar n.o 3650/XIII/2a em Abril de 2017 terá sido que admitia a possibilidade da introdução deste medicamento veterinário, considerando medidas mitigadoras para o risco.

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Farmácia do Hospital Beatriz Ângelo

bNa sequência da resposta à questão 160/XIII/4.a, cabe partilhar uma reportagem do Jornal Público publicada recentemente, e um artigo de opinião do Professor João Duque, publicado no Expresso.

O artigo do Público está divulgado pelas redes sociais dos utentes do HBA e pela Farmácia, com centenas de partilhas e milhares de visualizações, onde se vislumbra muita indignação por parte dos Utentes.

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Deputados Municipais | Assembleia Municipal de Lisboa

Inês Sousa Real

Deputada eleita em Lisboa

Tem 37 anos, é jurista e nasceu em Lisboa, na freguesia de Alcântara.

É casada, vegetariana e fazem parte da sua família os dois gatos e uma cadela.

Estudou em Lisboa e para além da licenciatura em Direito, reúne especializações em Ciências Jurídico-políticas e Contencioso Administrativo e é Mestre em Direito Animal e Sociedade, pela Universidade Autónoma de Barcelona, área de especialização em que se viria a destacar pessoal e profissionalmente.
Sempre gostou de música e dança, tendo praticado ballet até à adolescência e desde cedo que se dedicou às causas humanitárias, através do voluntariado.

Profissionalmente, exerce funções de jurista na Câmara Municipal de Sintra desde 2006; foi Coordenadora dos Serviços Administrativos e de Atendimento do Julgado de Paz de Sintra e desde Abril de 2015 até ao presente exerce funções como Chefe da Divisão de Execuções Fiscais e Contraordenações.

Ingressou no PAN em 2011, ano que assumiu funções como Presidente do Conselho de Jurisdição Nacional do PAN – Pessoas Animais e Natureza (até 2013).

Em Setembro de 2013 fundou a Jus Animalium – Associação de Direito Animal, integrando a sua comissão directiva.

Em 2014 foi convidada para assumir funções como Provedora Municipal dos Animais de Lisboa, actividade que exerceu até Março de 2017. Pela dedicação que empregou à função, em regime de voluntariado, foi-lhe atribuído um louvor por parte da Assembleia Municipal de Lisboa.

Tem integrado o corpo docente e a Comissão Organizadora de vários cursos de Direito Animal na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

Miguel Santos

Deputado eleito em Lisboa

Tem 58 anos e nasceu em Lisboa. Licenciou-se em Engenharia e tem formação em Design de Permacultura.

Trabalhou em gabinetes de Engenharia bem como consultor e projectista independente. Dedicou-se até à sua eleição, à elaboração de projectos de climatização renovável, bem como a projectos integrados de energias renováveis e à mobilidade com hidrogénio. Desde a sua eleição tem-se dedicado sobretudo às suas funções como Deputado Municipal.

ETAR Arruda Vinhos

Recebemos várias denúncias de cidadãos do município de Arruda dos Vinhos que alegam mau funcionamento da ETAR, informando de que se encontram a ocorrer descargas ilegais por parte de indústrias da região, verificando-se que as mesmas não efectuam o pré-tratamento exigido pela legislação em vigor.

Ainda, alegam que várias queixas foram feitas à Câmara Municipal de Arruda de Vinhos, mas que não se verificou nenhuma melhoria.

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Impactos da apanha de azeitona mecanizada

eChegou ao nosso conhecimento através de denúncias de cidadãos que inúmeras espécies de aves migradoras e invernantes que utilizam os olivais intensivos como abrigo, se encontram a ser capturadas através da apanha de azeitona mecanizada nocturna, provocando a morte a milhares de aves.

No decorrer destas denúncias quer em território nacional como em território espanhol, a Junta da Andaluzia em Espanha emitiu um relatório oficial sobre esta problemática (em anexo), estimando que a actividade da apanha mecanizada nocturna nos olivais intensivos se encontre a capturar cerca de 100 aves por hectare, resultando na mortalidade de 2,6 milhões aves por ano, só no território da Andaluzia.

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